05/05/2017

Nota pessoal de António Mexia Alves

Nos passados dias 25 – 27 e 28 de Abril, publiquei Nota Pessoal – cujo “link” segue:


Agora venho “prestar contas” do resultado do meu apelo contido nessas “Notas”.

O resultado é zero!
Não tive, até à data uma única resposta!

Não estou nem desiludido nem triste, aceito e… acabou-se.
Não voltarei a maçar os leitores de NUNC COEPI sobre este assunto.


António Mexia Alves

Fátima: Centenário - Música


Centenário das aparições da Santíssima Virgem em Fátima

Louvando a Santíssima Virgem - Josh Groban




Neste mês de Maio a ti excelsa Mãe de Deus e nossa Mãe, te repetiremos sem cessar:

Ave Maria, gratia plena, Dominus tecum, benedicta tu in mullieribus et benedictus fructis ventris tui, Jesus.

Santa Maria, Mater Dei, ora pro nobis pecatoribus, nunc et in hora mortis nostra. Ámen.





O trono de Maria é a Cruz

Pede humildemente ao Senhor que te aumente a Fé. – E depois, com novas luzes apreciarás bem as diferenças entre as sendas do mundo e o teu caminho de apóstolo. (Caminho, 508)

O trono de Maria, como o de seu Filho, é a Cruz. E durante o resto da sua existência, até que subiu ao Céu em corpo e alma, a sua silenciosa presença é o que nos impressiona mais. S. Lucas, que a conhecia bem, anota que Ela está junto dos primeiros discípulos, em oração. Assim termina os seus dias terrenos Aquela que havia de ser louvada pelas criaturas até à eternidade.


Como contrasta a esperança de Nossa Senhora com a nossa impaciência! Com frequência exigimos que Deus nos pague imediatamente o pouco bem que fizemos. Mal aflora a primeira dificuldade, queixamo-nos. Muitas vezes somos incapazes de aguentar o esforço, de manter a esperança, porque nos falta fé: bem-aventurada és tu, porque acreditaste que se cumpririam as coisas que te foram ditas da parte do Senhor. (Amigos de Deus, 286)

Fátima: Centenário - Oração jubilar de consagração


Salve, Mãe do Senhor,
Virgem Maria, Rainha do Rosário de Fátima!
Bendita entre todas as mulheres,
és a imagem da Igreja vestida da luz pascal,
és a honra do nosso povo,
és o triunfo sobre a marca do mal.

Profecia do Amor misericordioso do Pai,
Mestra do Anúncio da Boa-Nova do Filho,
Sinal do Fogo ardente do Espírito Santo,
ensina-nos, neste vale de alegrias e dores,
as verdades eternas que o Pai revela aos pequeninos.

Mostra-nos a força do teu manto protector.
No teu Imaculado Coração,
sê o refúgio dos pecadores
e o caminho que conduz até Deus.

Unido/a aos meus irmãos,
na Fé, na Esperança e no Amor,
a ti me entrego.
Unido/a aos meus irmãos, por ti, a Deus me consagro,
ó Virgem do Rosário de Fátima.

E, enfim, envolvido/a na Luz que das tuas mãos nos vem,
darei glória ao Senhor pelos séculos dos séculos.


Ámen.

Fátima: Centenário - Oração diária


Senhora de Fátima:

Neste ano do Centenário da tua vinda ao nosso País, cheios de confiança vimos pedir-te que continues a olhar com maternal cuidado por todos os portugueses.
No íntimo dos nossos corações instala-se alguma apreensão e incerteza em relação a este nosso País.

Sabes bem que nos referimos às diferenças de opinião que se transformam em desavenças, desunião e afastamento; aos casais desfeitos com todas as graves consequências; à falta de fé e de prática da fé; ao excessivo apego a coisas passageiras deixando de lado o essencial; aos respeitos humanos que se traduzem em indiferença e falta de coragem para arrepiar caminho; às doenças graves que se arrastam e causam tanto sofrimento.
Faz com que todos, sem excepção, nos comportemos como autênticos filhos teus e com a sinceridade, o espírito de compreensão e a humildade necessárias para, com respeito de uns pelos outros, sermos, de facto, unidos na Fé, santos e exemplo para o mundo.

Que nenhum de nós se perca para a salvação eterna.

Como Paulo VI, aqui mesmo em 1967, te repetimos:

Monstra te esse Matrem”, Mostra que és Mãe.

Isto te pedimos, invocando, uma vez mais, ao teu Dulcíssimo Coração, a tua protecção e amparo.


AMA, Fevereiro, 2017

Evangelho e comentário


Tempo de Páscoa


Evangelho: Jo 6, 52-59

52Então, os judeus, exaltados, puseram-se a discutir entre si, dizendo: «Como pode Ele dar-nos a sua carne a comer?!» 53Disse-lhes Jesus: «Em verdade, em verdade vos digo: se não comerdes mesmo a carne do Filho do Homem e não beberdes o seu sangue, não tereis a vida em vós. 54Quem realmente come a minha carne e bebe o meu sangue tem a vida eterna e Eu hei-de ressuscitá-lo no último dia, 55porque a minha carne é uma verdadeira comida e o meu sangue, uma verdadeira bebida. 56Quem realmente come a minha carne e bebe o meu sangue fica a morar em mim e Eu nele. 57Assim como o Pai que me enviou vive e Eu vivo pelo Pai, também quem de verdade me come viverá por mim. 58Este é o pão que desceu do Céu; não é como aquele que os antepassados comeram, pois eles morreram; quem come mesmo deste pão viverá eternamente.»59Isto foi o que Ele disse em Cafarnaúm, ao ensinar na sinagoga.

Comentário:

Quase com as mesmas palavras, pacientemente, o Senhor, desta vez na sinagoga, fala sobre a Sua missão e a forma como se dispõe a tudo fazer para proporcionar ao homem os meios de salvação necessários.

Não se pode estranhar a reacção de alguns pois ouvem, mas não compreendem como poderão “comer a carne do Homem que lhes fala”!

Mas, ainda bem que o Evangelista registou estas reacções porque provam que realmente entendem que Jesus não lhes fala em sentido figurado, mas revelando uma verdade absoluta.

Daí que, quando na Última Ceia instituiu o Sacramento da Eucaristia, os Apóstolos tivessem não só compreendido como arreigado no mais fundo do seu espírito do que realmente se tratava de tal forma que, pelos séculos fora, hão-de repetir – conforme o Senhor lhes recomendou – os mesmos gestos e palavras na Consagração do Pão e do Vinho.

(AMA, comentário sobre Jo 6, 52-59, 04.01.2017)





Leitura espiritual

A CIDADE DE DEUS 

Vol. 2

LIVRO XIII

CAPÍTULO IV

Porque é que os que são absolvidos dos seus pecados pela graça da regeneração, não são libertados da morte que é a pena do pecado?

Se porventura alguém perguntar porque é que essa primeira morte, se ela é a pena do pecado, há-de ferir aqueles cujo pecado foi abolido pela graça, poderei responder com o na minha obra De baptismo parvulorum (sobre o baptismo das crianças) onde esta questão já foi tratada e resolvida. Esta experiência da separação da alma e do corpo, diz-se aí, é mantida depois da supressão dos laços do pecado porque, se a imortalidade corporal se seguisse imediatamente ao sacramento da regeneração, a fé ficaria debilitada: é que não há fé senão quando se aguarda na esperança o que na realidade ainda se não vê. Foi com o vigor e o esforço da fé que, pelo menos em épocas passadas, se teve de vencer o medo da própria morte — o que se nota principalmente nos santos mártires. Para eles não teria havido nem vitória nem glória em com bater (porque todo o com bate lhes seria impossível) se, tornados santos pelo banho da regeneração, ficassem doravante incapazes de morrer. Quem não correria com as crianças para a graça do baptismo de Cristo com a intenção sobretudo de escapar à morte? Assim a fé já não se sujeitaria à prova da expectativa duma recompensa invisível. Já não haveria mesmo fé ao buscar-se e receber-se imediatamente a recompensa do acto.


Agora, porém, a pena do pecado converteu-se, por uma graça maior e mais maravilhosa do Salvador, em obra de justiça. Foi dito outrora ao homem:

Se pecares, morrerás,
[i]

— agora, diz-se ao mártir: «morre para que não peques».

Outrora foi dito:

Se transgredirdes os meus mandamentos, morrereis,
[ii]

— agora diz-se: «se recusardes a morte, transgredireis os meus mandamentos». O que então havia que temer para não pecar, deve agora aceitar-se por medo de pecar. E assim, graças à inefável misericórdia de Deus, a própria pena dos vícios se transforma em arma de virtude e o suplício do pecador se converte em recompensa do justo. Outrora mereceu-se a morte, pecando — agora cumpre-se a justiça, morrendo. Isto verifica-se nos santos mártires a quem o perseguidor propõe a alternativa: ou renegar a fé ou suportar a morte. Mas os justos preferem sofrer pela fé o que os primeiros pecadores sofreram por não terem acreditado. Estes não morreriam se não tivessem pecado

— aqueles pecarão se não morrerem. Portanto, estes morrem porque pecaram

— aqueles não pecam porque morrem. Por culpa destes se chegou à pena — por pena daqueles se evita a culpa. Não é que a  morte se tenha convertido num bem que antes fora um mal — mas Deus concedeu à fé uma graça tamanha que, por ela, a morte, que é o contrário da vida, tornou-se num meio de passar à vida.

CAPÍTULO V

Assim como os iníquos fazem mau uso da lei que é boa, assim os justos fazem bom uso da morte que é má.

O Apóstolo, ao pretender mostrar quão nocivo é o pecado sem a ajuda da graça, não hesitou em apresentar a própria lei, pela qual o pecado é proibido, com o a força do pecado. Diz ele:

0 pecado é o aguilhão da morte; mas a força do pecado
é a lei.
[iii]

Pura verdade! De facto, a proibição aviva o desejo dum acto ilícito quando se não ama suficientemente a justiça para lhe encontrar um encanto que vença o desejo de pecar. Mas, para chegar a ser amada e a deleitar, a verdadeira justiça precisa da graça divina. E, para que se não tome a lei com o um mal por ter sido chamada «força do pecado», o Apóstolo, voltando à questão noutra passagem, diz:

Assim a lei é santa, e o mandamento é santo, justo e bom. Então o que é bom tomou-se morte para mim? De maneira nenhuma! Mas o pecado, para mostrar que era pecado, por meio do que era bom produziu em mim a morte e assim o pecado tomou-se pecaminoso acima da medida por meio do mandamento.[iv]

Disse acima da medida (super modum) porque a prevaricação aumenta quando, acrescentando o desejo de pecar, se despreza a própria lei. Porque é que julgámos que devíamos isto rememorar? Porque assim como a lei não é um mal quando aumenta o desejo dos que pecam, assim também a morte não é um bem quando aumenta a glória dos que sofrem. Assim com o a lei, quando é posta de lado pela iniquidade, faz prevaricadores — assim também a morte, quando se aceita pela verdade, faz mártires. Por isso é que a lei é efectivamente boa, porque é a proibição do pecado — e a morte é má porque é o salário do pecado. Mas assim com o a injustiça usa mal, não apenas dos males, mas também dos bens, — da mesma forma a justiça usa bem, não só dos bens, mas também dos males. Daí resulta que os maus usam mal da lei, embora ela seja boa — e que os bons morrem bem, embora a morte seja um mal.


CAPÍTULO VI

Do mal geral da morte pelo qual se desfaz a união da alma e do corpo.

No que respeita à morte corporal, isto é, à separação da alma do corpo, quando a sofrem aqueles a quem chamamos moribundos, para ninguém é boa. A própria força que separa o que estava unido e ligado no ser vivo, produz nele, enquanto a sua acção perdura, um sentimento de repulsa e contra a natureza até que se extinga a sensibilidade que resultava precisam ente da união da carne e da alma. Por vezes um único choque do corpo ou um rapto da alma vem interromper todo este sofrimento, impedindo de o sentir a rapidez. Mas, seja o que for o que nos moribundos faz desaparecer a sensibilidade, se isso for piedosa e santamente suportado, aumentará o mérito da paciência, mas não perde o nome de pena. Se a morte, que desde o primeiro homem, sem interrupção, se propaga, é indubitavelmente uma pena para aquele que nasce, desde que suportada em nome da piedade e da justiça toma-se glória para o que renasce. E essa morte, retribuição do pecado, obtém por vezes a remissão total da sua dívida.


(cont)

(Revisão da versão portuguesa por ama)





[i] Gen., II, 17.
[ii] Ibid.
[iii] I Corint., XV, 56.
[iv] Rom., VII, 12-13.

Reflectindo - 248

Reflectindo
Tranquilidade


Não é primeira vez que o tema é objecto de reflexão e isto porque a situação que vivo me arrasta - sem eu querer e sem aviso - para consideração de factos, situações etc., que me inquietam e perturbam.

Tranquilidade tem obviamente que ver com a paz espírito pelo que, se o espírito está em paz a tranquilidade é consequente.

Não se trata de ignorar os problemas e muito menos de os adiar, mas sim a certeza que tudo na vida tem remédio porque nada é definitivo.

Paz, foi e é, a principal recomendação de Cristo, Ele próprio o Príncipe da Paz, porque Ele sabia muito bem - e disse-o claramente - que a Sua vinda a este mundo iria provocar lutas e dissensões um pouco por todo o lado e em todas as sociedades humanas.

Mas também afirmou que tinha vencido o mundo é que, portanto, nada teríamos a tremer.

«Tende paz em vós», disse.

É o que ambicionamos e lhe pedimos ajuda para a conseguir.

Tranquilos, pois, tudo tem solução e nada adianta preocupar-nos se ela tarda em concretizar-se.

Acontecerá, tenhamos a certeza, quando o Senhor quiser e achar conveniente.

Nunca nos abandonará!

Não é este um motivo mais que suficiente para estar tranquilos?


(ama, reflexões, 2016.11.21


Epístolas de São Paulo – 66

Carta aos Colossenses - cap 3

III. VIVER SEGUNDO O EVANGELHO (3,1-4,6)

Cristo é a nossa vida

- 1Portanto, já que fostes ressuscitados com Cristo, procurai as coisas do alto, onde está Cristo, sentado à direita de Deus. 2Aspirai às coisas do alto e não às coisas da terra. 3Vós morrestes e a vossa vida está escondida com Cristo em Deus. 4Quando Cristo, a vossa vida, se manifestar, então também vós vos manifestareis com Ele em glória.

Novas criaturas

- 5Crucificai os vossos membros no que toca à prática de coisas da terra: fornicação, impureza, paixão, mau desejo e a ganância, que é uma idolatria. 6Estas coisas provocam a ira de Deus sobre os que lhe resistem. 7Entre eles também vós caminhastes outrora, quando vivíeis nessas coisas. 8Mas agora rejeitai também vós tudo isso: ira, raiva, maldade, injúria, palavras grosseiras saídas da vossa boca. 9Não mintais uns aos outros, já que vos despistes do homem velho, com as suas acções, 10e vos revestistes do homem novo, aquele que, para chegar ao conhecimento, não cessa de ser renovado à imagem do seu Criador. 11Aí não há grego nem judeu, circunciso e incircunciso, bárbaro, cita, escravo, livre, mas Cristo, que é tudo e está em todos. 12Como eleitos de Deus, santos e amados, revesti-vos, pois, de sentimentos de misericórdia, de bondade, de humildade, de mansidão, de paciência, 13suportando-vos uns aos outros e perdoando-vos mutuamente, se alguém tiver razão de queixa contra outro. Tal como o Senhor vos perdoou, fazei-o vós também. 14E, acima de tudo isto, revesti-vos do amor, que é o laço da perfeição. 15Reine nos vossos corações a paz de Cristo, à qual fostes chamados num só corpo. E sede agradecidos. 16A palavra de Cristo habite em vós com toda a sua riqueza: ensinai-vos e admoestai-vos uns aos outros com toda a sabedoria; cantai a Deus, nos vossos corações, o vosso reconhecimento, com salmos, hinos e cânticos inspirados. 17E tudo quanto fizerdes por palavras ou por obras, fazei-o em nome do Senhor Jesus, dando graças por Ele a Deus Pai.

Novas relações no Senhor


- 18Esposas, sede submissas aos maridos, como convém no Senhor. 19Maridos, amai as esposas e não vos exaspereis contra elas. 20Filhos, obedecei em tudo aos pais, porque isso é agradável no Senhor. 21Pais, não irriteis os vossos filhos, para que não caiam em desânimo. 22Escravos, obedecei em tudo aos senhores terrenos, não para dar nas vistas, como se procurásseis agradar aos homens, mas com simplicidade de coração, no temor do Senhor. 23No que fizerdes, trabalhai de todo o coração, como quem o faz para o Senhor e não para os homens, 24sabendo que é do Senhor que recebereis a herança como recompensa. O Senhor, a quem servis, é Cristo. 25É que, quem cometer uma injustiça receberá em paga a injustiça que cometeu, e não há acepção de pessoas.

Doutrina – 290

Doutrina
CATECISMO DA IGREJA CATÓLICA



Compêndio





PRIMEIRA PARTE: A PROFISSÃO DA FÉ



SEGUNDA SECÇÃO: A PROFISSÃO DA FÉ CRISTÃ



CAPÍTULO PRIMEIRO CREIO EM DEUS PAI



O homem



69. Como é que, no homem, a alma e o corpo formam uma unidade?



A pessoa humana é um ser ao mesmo tempo corpóreo e espiritual.

O espírito e a matéria, no homem, formam uma única natureza.

Esta unidade é tão profunda que, graças ao princípio espiritual que é a alma, o corpo, que é material, se torna um corpo humano e vivo e participa na dignidade de imagem de Deus.

Pequena agenda do cristão


Sexta-Feira


(Coisas muito simples, curtas, objectivas)




Propósito:

Contenção; alguma privação; ser humilde.


Senhor: Ajuda-me a ser contido, a privar-me de algo por pouco que seja, a ser humilde. Sou formado por este barro duro e seco que é o meu carácter, mas não Te importes, Senhor, não Te importes com este barro que não vale nada. Parte-o, esfrangalha-o nas Tuas mãos amorosas e, estou certo, daí sairá algo que se possa - que Tu possas - aproveitar. Não dês importância à minha prosápia, à minha vaidade, ao meu desejo incontido de protagonismo e evidência. Não sei nada, não posso nada, não tenho nada, não valho nada, não sou absolutamente nada.

Lembrar-me:
Filiação divina.

Ser Teu filho Senhor! De tal modo desejo que esta realidade tome posse de mim, que me entrego totalmente nas Tuas mãos amorosas de Pai misericordioso, e embora não saiba bem para que me queres, para que queres como filho a alguém como eu, entrego-me confiante que me conheces profundamente, com todos os meus defeitos e pequenas virtudes e é assim, e não de outro modo, que me queres ao pé de Ti. Não me afastes, Senhor. Eu sei que Tu não me afastarás nunca. Peço-Te que não permitas que alguma vez, nem por breves instantes, seja eu a afastar-me de Ti.

Pequeno exame:

Cumpri o propósito que me propus ontem?