16/05/2017

Nota Pessoal de António Mexia Alves


Em relação a:

Nota pessoal de António Mexia Alves

venho que prestar contas:

Recebido a 09 de Maio: 25€  

Mantém-se, portanto, o meu apelo já que a situação mantém-se deveras delicada.




António Mexia Alves

Mãe! – Chama-a bem alto

Mãe! – Chama-a bem alto. – Ela, a tua Mãe Santa Maria, escuta-te, vê-te em perigo talvez, e oferece-te, com a graça do seu Filho, o consolo do seu regaço, a ternura das suas carícias. E encontrar-te-ás reconfortado para a nova luta. (Caminho, 516)

Intimidade com Maria

De uma maneira espontânea, natural, surge em nós o desejo de conviver com a Mãe de Deus, que é também nossa mãe; de conviver com Ela como se convive com uma pessoa viva, porque sobre Ela não triunfou a morte; está em corpo e alma junto a Deus Pai, junto a seu Filho, junto ao Espírito Santo.

Para compreendermos o papel que Maria desempenha na vida cristã, para nos sentirmos atraídos por Ela, para desejar a sua amável companhia com filial afecto, não são precisas grandes especulações, embora o mistério da Maternidade divina tenha uma riqueza de conteúdo sobre a qual nunca reflectiremos bastante.

Temos de amar a Deus com o mesmo coração com que amamos os nossos pais, os nossos irmãos, os outros membros da nossa família, os nossos amigos ou amigas. Não temos outro coração. E com esse mesmo coração havemos de querer a Maria.


Como se comporta um filho ou uma filha normal com a sua Mãe? De mil maneiras, mas sempre com carinho e confiança. Com um carinho que se manifestará em cada caso de determinadas formas, nascidas da própria vida, e que nunca são algo de frio, mas costumes muito íntimos de família, pequenos pormenores diários que o filho precisa de ter com a sua mãe e de que a mãe sente falta, se o filho alguma vez os esquece: um beijo ou uma carícia ao sair ou ao voltar a casa, uma pequena delicadeza, umas palavras expressivas... (Cristo que passa, 142)

Fátima: Centenário - Música


Centenário das aparições da Santíssima Virgem em Fátima

Louvando a Santíssima Virgem - Lucile Bílá



Neste mês de Maio a ti excelsa Mãe de Deus e nossa Mãe, te repetiremos sem cessar:

Ave Maria, gratia plena, Dominus tecum, benedicta tu in mullieribus et benedictus fructis ventris tui, Jesus.

Santa Maria, Mater Dei, ora pro nobis pecatoribus, nunc et in hora mortis nostra. Ámen.












Fátima :Centenário - Oração diária


Senhora de Fátima:

Neste ano do Centenário da tua vinda ao nosso País, cheios de confiança vimos pedir-te que continues a olhar com maternal cuidado por todos os portugueses.
No íntimo dos nossos corações instala-se alguma apreensão e incerteza em relação a este nosso País.

Sabes bem que nos referimos às diferenças de opinião que se transformam em desavenças, desunião e afastamento; aos casais desfeitos com todas as graves consequências; à falta de fé e de prática da fé; ao excessivo apego a coisas passageiras deixando de lado o essencial; aos respeitos humanos que se traduzem em indiferença e falta de coragem para arrepiar caminho; às doenças graves que se arrastam e causam tanto sofrimento.
Faz com que todos, sem excepção, nos comportemos como autênticos filhos teus e com a sinceridade, o espírito de compreensão e a humildade necessárias para, com respeito de uns pelos outros, sermos, de facto, unidos na Fé, santos e exemplo para o mundo.

Que nenhum de nós se perca para a salvação eterna.

Como Paulo VI, aqui mesmo em 1967, te repetimos:

Monstra te esse Matrem”, Mostra que és Mãe.

Isto te pedimos, invocando, uma vez mais, ao teu Dulcíssimo Coração, a tua protecção e amparo.


AMA, Fevereiro, 2017

Reflectindo 251

Sonhar

Pode-se sonhar estando acordado?
Pois claro que se pode.

E é bom?
Acho que sim porque independentemente que se sonha tal significa que não se desiste de viver.

Com o avançar da idade talvez tenhamos a tendência para considerar que não vale a pena.
Deixar tudo como está, fazendo os "ajustes" mínimos e indispensáveis e... ficar por aí.

Não concordo!

Sem sonhos a vida não passará de uma rotina patética, sem futuro diferente do dia de hoje.

Só que, o futuro tem de ser diferente sob pena não se passar de tentar prolongar um presente o que, isso sim, é uma patetice.

Eu sonho muito com o que faria se as circunstâncias o permitissem.

Mas... e se isso que sonho seja utópico ou pelo menos, sem sentido prático?

Isso não me importa, sonhos na mesma.
Bem sei que estes sonhos giram à volta de mim mesmo, sou a pedra angular dos sonhos e, o que sonho é pessoal e para minha auto-satisfação.
Mas não sonho isolado, quer dizer, não sonho para viver melhor.

Não!

Sonho como Pai e como Avô que reúne à sua volta toda a família.

Isto não será orgulho, amor-próprio, egoísmo?


(ama, reflexões, 2016.11,28)

Temas para meditar - 709


Faltas


Deus detesta as faltas, porque são faltas.

Mas, por outro lado, ama, em certo sentido, as faltas enquanto Lhe dão azo a mostrar a Sua misericórdia e a nós de permanecer humildes e também a compreender e compadecer-nos com as faltas do próximo.


(SÃO JOÃO PAULO II, Audiência geral 1978.09.20)

Fátima: Centenário - Oração jubilar de consagração


Salve, Mãe do Senhor,
Virgem Maria, Rainha do Rosário de Fátima!
Bendita entre todas as mulheres,
és a imagem da Igreja vestida da luz pascal,
és a honra do nosso povo,
és o triunfo sobre a marca do mal.

Profecia do Amor misericordioso do Pai,
Mestra do Anúncio da Boa-Nova do Filho,
Sinal do Fogo ardente do Espírito Santo,
ensina-nos, neste vale de alegrias e dores,
as verdades eternas que o Pai revela aos pequeninos.

Mostra-nos a força do teu manto protector.
No teu Imaculado Coração,
sê o refúgio dos pecadores
e o caminho que conduz até Deus.

Unido/a aos meus irmãos,
na Fé, na Esperança e no Amor,
a ti me entrego.
Unido/a aos meus irmãos, por ti, a Deus me consagro,
ó Virgem do Rosário de Fátima.

E, enfim, envolvido/a na Luz que das tuas mãos nos vem,
darei glória ao Senhor pelos séculos dos séculos.


Ámen.

Evangelho e comentário


Tempo de Páscoa


Evangelho: Jo 14, 27-31

27 «Deixo-vos a paz; dou-vos a minha paz. Não é como a dá o mundo, que Eu vo-la dou. Não se perturbe o vosso coração nem se acobarde. 28 Ouvistes o que Eu vos disse: ‘Eu vou, mas voltarei a vós.’ Se me tivésseis amor, havíeis de alegrar-vos por Eu ir para o Pai, pois o Pai é mais do que Eu. 29 Digo-vo-lo agora, antes que aconteça, para crerdes quando isso acontecer. 30 Já não falarei muito convosco, pois está a chegar o dominador deste mundo; ele nada pode contra mim, 31 mas o mundo tem de saber que Eu amo o Pai e actuo como o Pai me mandou. Levantai-vos, vamo-nos daqui!» 

Comentário:

O que quer o Senhor dizer com 'dominador deste mundo'?

Refere-se ao momento em que o demónio alcança uma vitória, para ele, inesperada: a morte de Cristo na Cruz.

Inesperada porque de facto só nos derradeiros momentos saberá que quem pende do madeiro é o Filho de Deus, até então nunca o Senhor permitiu que tivesse absoluta certeza de Quem era e nem sequer permitia que falasse.

Por várias vezes tinha sido expulso e relegado para fora do domínio dos homens e, naturalmente que teria - falando humanamente - suspeitas, que aliás terão começado nas tentações no deserto quando Cristo o despede: 'está escrito não tentarás o Senhor teu Deus', mas nunca Jesus lhe disse Eu Sou Cristo.

No mistério da salvação dá-se esta luta por um domínio ou melhor, pela conservação de um domínio que até então exercia, aliás não há propriamente luta porque Jesus Cristo não combate o demónio, mas antes salva a humanidade do seu domínio ao instaurar o Reino de Deus, dá aos homens os meios necessários e suficientes para negarem o demónio e as suas obras e optarem definitivamente pela Salvação Eterna.


(AMA, comentário sobre Jo 14, 27-31, Malta, 2016.04.26)






Leitura espiritual

A CIDADE DE DEUS 

Vol. 2

LIVRQ XIV

Agostinho trata de novo do pecado do primeiro homem, origem da vida carnal e dos afectos viciosos. Mas procura demonstrar que a pena resultante da desobediência é principalmente a lascívia que nos envergonha e indaga como é que o homem, se não tivesse pecado, geraria filhos sem lascívia.


CAPÍTULO I

Pela desobediência do primeiro homem, se a graça de Deus a muitos não libertasse, todos seríamos arrastados para a perpetuidade da segunda morte.

Já nos livros precedentes dissemos com o Deus, querendo não só unir os homens num a única sociedade pela semelhança da natureza, mas também, mercê dos laços do parentesco, juntá-los numa harmoniosa unidade no vínculo da paz, institui a humanidade a partir de um só homem. Esta humanidade em cada um dos seus membros não devia morrer se os dois primeiros homens, um tirado do nada e a outra do primeiro, não o tivessem merecido pela sua desobediência. Tão grande foi o pecado por eles cometido que a natureza humana ficou deteriorada e com ela se transmitiu aos descendentes a sujeição do pecado e a necessidade da morte. Todavia, o reino da morte dominou de tal forma os homens que um merecido castigo a todos precipitaria na segunda morte, que não tem fim, se uma graça de Deus, não merecida, disso não libertasse um certo número. E por isso aconteceu que, entre tantos e tão grandes povos espalhados por toda a Terra, apesar da diversidade dos usos e costumes, da imensa variedade de línguas, armas e vestuário, não se encontram senão dois tipos de sociedades humanas que nós podemos à vontade, segundo as nossas Escrituras, chamar as duas Cidades — uma, a dos homens que querem viver segundo a carne, e a outra, a dos que pretendem seguir o espírito, conseguindo cada uma viver na paz do seu género quando eles conseguem o que pretendem.


CAPÍTULO II

A vida carnal procede não só dos vícios do corpo, mas também dos da alma.

Vejamos, pois, em primeiro lugar, em que consiste viver segundo a carne e viver segundo o espírito. De facto, quem lançar um simples olhar sobre o que escrevemos, sem se lembrar nem prestar a devida atenção à linguagem da Sagrada Escritura, poderá julgar que os epicuristas vivem conforme a carne pois colocam o bem supremo do homem na volúpia do corpo, e com eles todos os demais filósofos que, de algum modo, consideram o bem do corpo como o bem supremo do homem, assim como toda essa multidão dos que, sem professarem
nenhum sistema filosófico desse género, seguem as suas tendências para o prazer e não sabem experimentar outros prazeres que não sejam os dos seus sentidos corporais. Quanto aos estoicos que põem na alma o supremo bem do homem, esses viveriam segundo o espírito: de facto, que outra coisa é, senão espírito, a alma do homem?

Mas, na maneira de dizer da Sagrada Escritura, uns e outros mostram que vivem segundo a carne. Efectivamente, ela não chama carne apenas ao corpo de um vivente terrestre e mortal (como quando diz:

Nem toda a carne é a mesma carne: uma é a carne de homem, outra a de animal; uma a das aves, outra a dos peixes.[i]

mas emprega-se ainda este termo em sentidos bem diferentes. Entre outros ela chama muitas vezes carne ao próprio homem, isto é, à natureza humana, tom ando a parte pelo todo. Assim diz-se nela:

        Nenhuma carne será justificada pelas obras da lei.[ii]

Que quis ela, na verdade, significar senão o homem? É o que ela, pouco depois, refere mais claramente:

        Ninguém se justifica na lei. [iii]

e na Epístola aos Gálatas:

       Mas cientes de que o homem se não justifica pelas obras da lei.[iv]

Neste sentido se deve entender:

E o Verbo fez-se carne,[v]

isto é, fez-se «homem». Alguns, não fazendo uma interpretação correcta, julgam que a Cristo faltava a alma humana
[vi]. Também, de facto, se toma a parte pelo todo nestas palavras de Maria Madalena referidas no Evangelho:

Levaram o meu Senhor e não sei onde o puseram,[vii]

quando falava apenas da carne de Cristo, que ela julgava tirada do sepulcro onde tinha sido sepultada. E assim, nos textos que acima citámos, a carne é tomada pelo homem todo.

A Sagrada Escritura em prega, portanto, «came» em múltiplos sentidos que levaria tempo a coligir e a examinar Para podermos indagar o que seja viver segundo a carne (o que de certo não é um mal, pois que a própria natureza da carne não é um mal), examinemos com cuidado aquela passagem da Epístola que o apóstolo Paulo escreveu aos Gálatas onde diz:

Manifestas são as obras da came que são: fornicações, impudicícia, luxúria, culto dos ídolos, envenenamentos, inimizades, dissensões, rivalidades, animosidades, intrigas, heresias, invejas, embriaguez, comezainas, e outras que tais. Digo-vos, como já disse os que tais obras praticam não possuirão o Reino de Deus.[viii]

Toda esta passagem da epistolo apostólica, considerada em quanto parece interessar à presente questão, poderia resolver o que se entende por «viver segundo a carne». De facto, entre as obras da carne que o Apóstolo considera «manifestas» e que enumera para as condenar, há as que respeitam ao prazer carnal, tais como as fornicações, as impudicícias, a luxúria, a embriaguez, as comezainas; mas também as que denotam vícios da alma, estranhos ao prazer carnal. Quem é que não compreende que são vícios mais da alma do que da carne o culto dos ídolos, o envenenamento, as inimizades, as dissensões, as animosidades, as intrigas, as heresias, as invejas? Pode até acontecer que a idolatria ou a heresia constitua um motivo para nos abstermos dos prazeres do corpo. Mas mesmo então, embora parecendo conter e refrear as suas paixões camais, o homem é convencido por esta autoridade apostólica de que vive segundo a carne — e na sua abstinência dos prazeres da carne ele mostra que se entrega às obras condenáveis da carne. Quem há que sinta inimizade sem ser na alma? Quem diria a um seu inimigo, ou como tal considerado: «Tens má carne contra mim!», em vez de: «Tens mau ânimo contra mim»? Enfim — ninguém hesitaria em atribuir à carne as «carnalidades» (passe o termo), com o ninguém hesitaria, se ouvisse falar em «animosidades» em as atribuir ao ânimo (alma). Porque é que o «doutor das nações» chama então a estes vícios, e a outros que tais «obras da carne» senão porque quer, usando a figura que toma a parte pelo todo, dar a entender o homem todo pela palavra «carne»?


(cont)

(Revisão da versão portuguesa por ama)





[i] I Corint., XV, 39.
[ii] Rom., III, 20.
[iii] Gál., III, 11.
[iv] Gál., II, 16.
[v] Jo I, 14.
[vi] Santo Agostinho refere-se a Apolinário e aos apolinaristas, segundo os quais, como já antes afirmaram os arianos, em Cristo a alma humana era substituída pelo Verbo.
[vii] Jo XX, 13.
[viii] Gálat., V, 19-22.

Epístolas de São Paulo – 77

1ª Carta a Timóteo - cap 2

I. ORGANIZAÇÃO ECLESIAL (2,1-4,16)

A oração pública

- 1Recomendo, pois, antes de tudo, que se façam preces, orações, súplicas e acções de graças por todos os homens, 2pelos reis e por todos os que estão constituídos em autoridade, a fim de que levemos uma vida serena e tranquila, com toda a piedade e dignidade. 3Isto é bom e agradável diante de Deus, nosso Salvador, 4que quer que todos os homens sejam salvos e cheguem ao conhecimento da verdade. 5Pois, há um só Deus, e um só mediador entre Deus e os homens, um homem: Cristo Jesus, 6que se entregou a si mesmo como resgate por todos. Tal é o testemunho dado para os tempos estabelecidos. 7Foi para isto que fui constituído arauto e apóstolo - digo a verdade, não minto - mestre das nações, na fé e na verdade.

Recomendações às mulheres


- 8Quero, pois, que os homens orem em todo o lugar, erguendo as mãos puras, sem ira nem altercação. 9Do mesmo modo, as mulheres usem trajes decentes, adornem-se com pudor e modéstia, sem tranças, nem ouro, nem pérolas, ou vestidos sumptuosos, 10mas, como convém a mulheres que fazem profissão de piedade, por meio de boas obras. 11A mulher receba a instrução em silêncio, com toda a submissão. 12Não permito à mulher que ensine, nem que exerça domínio sobre o homem, mas que se mantenha em silêncio. 13Porque primeiro foi formado Adão, depois Eva. 14E não foi Adão que foi seduzido, mas a mulher que, deixando-se seduzir, incorreu na transgressão. 15Contudo, será salva pela sua maternidade, desde que persevere na fé, no amor e na santidade, com recato.

Doutrina – 301



CATECISMO DA IGREJA CATÓLICA

Compêndio


PRIMEIRA PARTE: A PROFISSÃO DA FÉ

SEGUNDA SECÇÃO: A PROFISSÃO DA FÉ CRISTÃ

CAPÍTULO SEGUNDO

CREIO EM JESUS CRISTO, O FILHO UNIGÉNITO DE DEUS

80. Como se difunde esta Boa Nova?

Desde o início os primeiros discípulos tiveram um ardente desejo de anunciar Jesus Cristo, com o fim de conduzir à fé n’Ele.
Também hoje, do amoroso conhecimento de Cristo nasce o desejo de evangelizar e catequizar, isto é, de revelar na sua pessoa o pleno desígnio de Deus e de colocar a humanidade em comunhão com Ele.


Pequena agenda do cristão




TeRÇa-Feira


(Coisas muito simples, curtas, objectivas)




Propósito:

Aplicação no trabalho.

Senhor, ajuda-me a fazer o que devo, quando devo, empenhando-me em fazê-lo bem feito para to poder oferecer.

Lembrar-me:
Os que estão sem trabalho.

Senhor, lembra-te de tantos e tantas que procuram trabalho e não o encontram, provê às suas necessidades, dá-lhes esperança e confiança.

Pequeno exame:

Cumpri o propósito que me propus ontem?